“Eu vivo nas nuvens, não consigo me conformar que eu nunca poderei te chamar de minha, e isso me dói tanto. Criei um lugar onde só nós podemos entrar, um lugar perfeito. É lá que eu vivo, que eu te encontro, que eu te tenho, te venero. Eu fico aqui, bolando planos para nós, imaginando o calor do teu abraço, o gosto do teu beijo. Hoje me veio na cabeça: eu e você, na nossa casinha, numa manhã de inverno, as nossas crianças correndo pela casa. Você me chamando de meu e eu te chamando de minha.”